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Primeiro, vamos entender o que é uma
transmissão serial. Em uma transmissão serial,
os dados fluem rapidamente por um canal bit a bit,
em série, “um atrás do outro” por assim dizer.
De outro lado, temos a transição paralela, que consiste
em grupos de bit´s sendo enviados juntos, simultaneamente
em um meio compartilhado. |
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O ponto inicial que diferencia essas tecnologias é o “clock”, ou a freqüência em que os dados são transmitidos. Na transição serial, o clock é embutido junto com os dados, resultando em constante troca de dados ponto-a- ponto, se aproveitando ao máximo da largura de banda disponível.
Na transição paralela, os dados são movidos em tempos definidos, resultando em momentos de inatividade do meio usado. As vantagens da transição serial vêm crescendo claramente ao longo do tempo, como podemos ver com a aparição das tecnologias USB, USB 2.0, FireWire, SATA e até fibras óticas. Entre as vantagens da tecnologia serial, podemos destacar claramente a escalabilidade
e a simplificação dos conectores e cabos que ajudam também na refrigeração interna dos gabinetes.
Pelo fato da simplificação dos sinais a serem transmitidos e protocolos de controle, é que é possível
a diminuição desses cabos e conectores. Por último, temos a vantagem da transmissão ponto-a-ponto natural de interfaces seriais, que aumentam a confiabilidade e a escalabilidade do sistema. |
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O que é o SAS ?
O Serial Attached SCSI é a evolução tecnológica que veio para atender
a demanda das necessidades das empresas e data center´s.
Reúne o melhor dos dois mundos: A confiabilidade e utilidade do
protocolo SCSI com a performance e a flexibilidade da tecnologia serial.
Como resultado, temos meios de transmissão de baixo custo, full-duplex
(transmite e recebe dados ao mesmo tempo) e com taxas de transferência de 3Gbps (gigabits por segundo) em cada meio utilizado!
Origem do SAS
Havia uma enorme e crescente necessidade vinda dos provedores
e usuários de armazenamento, de uma maior facilidade, escalabilidade
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para o futuro ambiente dessas empresas. A iniciativa foi tomada por volta do fim do outono de 2001.
Em janeiro de 2002, a SCSI Trade Association adotou a nova tecnologia serial, e preparou o projeto para
ser apresentado ao T10, que é o comitê da InterNational Committee for Technology Standartization (INCITS).
Em Maio de 2002, o comitê votou e aceitou a nova proposta, e a preparou para a padronização. |
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Características do Serial Attached SCSI
- Completamente compatível com os atuais ambientes SCSI,
seja software ou middleware;
- Possibilidade de maior economia ao se usar a interface SATA convencional;
- Imprescindível custo/benefício devido a sua arquitetura adaptável, conectando múltiplos drives à múltiplos dispositivos; |
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Além disso, oferece
melhorias na performance e confiabilidade, capacidade de redundância de cabos no mesmo disco e interface serial ponto-a-ponto de simples cabeamento.
A tecnologia usada no SAS
Ao definir o SAS, os desenvolvedores sabiam que os usuários finais se beneficiariam muito dos atributos que o protocolo SCSI proporcionou ao longo dos anos na indústria de armazenamento. Foi adicionada uma segunda porta de dados, baseada em fibra ótica (Fibre Channel, que usa o protocolo SCSI), como sendo uma segunda porta de dados, para redundância. Os desenvolvedores ainda pensavam adicionar mais tecnologia, e adicionar mais opções para atender às necessidades das futuras empresas de armazenamento (usa-se normalmente o termo storage), e com isso, veio a adição da porta SATA para
se obter as vantagens econômicas. Adicionando a porta SATA, foi dada às empresas uma opção que antes não existia: a possibilidade de economia, em um mundo onde cada gigabyte tem seu valor. |
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SATA |
SAS |
Fibre Channel |
Performance |
Half Duplex |
Full Duplex |
Full Duplex |
150Mbps / 300Mbps |
300Mbps / 600Mbps
(em teste) |
200Mbps / 400Mbps
(em teste) |
Conectividade |
Cabo interno de 1m |
Cabo externo de até 6m |
Cabo externo de até 15m |
1 dispositivo
por interface |
Até 128 dispositivos ou 16.000 conexões físicas com o uso de expanders |
Até 127 dispositivos
interligados em loop |
Apenas SATA |
SAS e SATA |
Apenas Fibre Channel |
Interfaces |
HDs de única
porta SATA |
HDs com duas
portas (SAS e SATA) |
HDs com duas portas
(SAS ou SCSI e Fibre Channel) |
Conexão simples
ponto-a-ponto
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Multiorigem ponto-a-ponto |
Multiorigem em meio compartilhado
ou ponto-a-ponto |
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| Observação: Embora a conexão SAS seja parecida com a SATA, os cabos são diferentes. |
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Fonte: http://www.boadica.com.br |
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Pernambuco 81 2123.8181 |
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