O termo jato de tinta descreve muito bem
o processo de impressão de uma impressora inkjet.
Literalmente pequenos jatos de tinta constroem a imagem
no papel.
A impressão a laser, por outro lado, é um tanto
mais misteriosa. Como pode um raio laser escrever letras
e desenhar figuras no papel? Alguns princípios científicos
muito básicos foram aplicados de forma inovadora para se obter o processo de impressão a laser com tanto sucesso!
Um desses princípios é a eletricidade estática, ou seja, uma carga elétrica aplicada sobre um objeto em isolamento. Átomos e campos de eletricidade estática com cargas opostas se atraem, resultando no sistema de “cola temporária” para as impressoras a laser.
MECANISMO

Acompanhe o esquema animado ao lado. Um cilindro ou tambor é revestido por um material fotocondutor. Este conjunto é atingido por uma luz fóton. O cilindro, carregado positivamente, vai girando e uma luz laser atinge alguns pontos, desenhando as imagens a serem impressas. Quando a imagem estiver gravada por completo, ele é coberto pelo toner, que carregado positivamente, adere às áreas gravadas pelo laser (áreas negativas).

Com o toner fixado sobre o cilindro, este rola pela folha de papel. O papel recebe uma carga negativa antes de entrar na cinta, então puxa o toner para si, sendo “descarregado” logo após o contato com o toner. Em seguida o papel passa por um fusor, dispositivo que emite calor para fundir o toner com as fibras do papel. Por isso o papel chega quente na bandeja de saída.
A temperatura para fusão é bem alta, e o papel só não pega fogo por causa da velocidade com que passa pelo fusor. Depois que o toner fica no papel, uma lâmpada de descarga aplica uma luz muito intensa sobre o cilindro para apagar a imagem que estava gravada. Em seguida, ele recebe novamente uma carga elétrica positiva para a próxima impressão.
PAGE DESCRIPTION LANGUAGE

Para que o computador e a impressora se entendam é necessário que “falem a mesma língua”. O Page Description Language, do inglês Página de Descrição de Imagem, descreve as páginas em vetores, ou seja, o que vai ser impresso é transformado em valores matemáticos para as formas geométricas ao invés de pontos (bitmaps).

Assim que recebe o trabalho, a impressora converte os vetores de uma dessas linguagens em imagens bitmap, o que permite utilizar toda a sua resolução sem distorcer o trabalho original. Uma das mais utilizadas hoje em dia é a PCL, sigla inglesa para Printer Command Language, desenvolvida pela HP.
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Fonte de Pesquisa:
http://www.howstuffworks.com


 
 
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