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O aumento do volume
de informações que circula
nas empresas passou a ser
crítico em qualquer corporação
e com ele a importância de contar com
ferramentas de armazenamento de dados.
Atualmente, o desafio não é só dimensionar a necessidade de espaço, em função dos terabytes a serem preservados, mas gerenciar esse processo de forma eficiente para garantir acesso rápido e inteligente aos dados armazenados. Com isso, o conceito do gerenciamento dos dados armazenados vem evoluindo a cada dia, com o surgimento de novas soluções, estratégias e tendências.
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Antigamente, o computador era conectado diretamente ao seu setor de armazenamento, e nenhum outro
PC podia acessar os dados guardados. Os aplicativos eram executados em um mainframe.
Na medida em que a computação cliente-servidor foi desenvolvida, os aplicativos passaram a ser
executados em servidores dedicados, cada qual com seu próprio sistema de armazenamento. |
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Não tardou a surgir, contudo, a necessidade desses aplicativos compartilharem dados.
Conforme a capacidade dos sistemas de disk array (módulos de armazenamento de discos) foi crescendo, um único disk array pôde suprir
as necessidades de armazenamento de vários servidores.
Assim, nasceu o storage em rede.
Hoje, o storage – armazenamento de dados – vai além do seu conceito.
Entre as novas modalidades atreladas ao tema estão a virtualização de dados
e o gerenciamento do ciclo de vida da informação.
Mas o que é virtualização de storage? Nada mais do que o processo
de consolidar vários dispositivos físicos, de diversos fabricantes e
reorganizá-los em agrupamentos virtuais, lógicos ou em unidades de
armazenamento. Essas unidades são apresentadas ao sistema operacional
(OS) para utilização por aplicativos ou pelos usuários finais apropriados.
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Apesar de soar como um recurso atual, a virtualização do armazenamento não é novidade, tanto no conceito como na prática. Definida há quase 20 anos, na computação em mainframes, a tecnologia
está se consolidando com o avanço das SANs (Storage Área Networks). |
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Entre as tecnologias emergentes na área de storage, estão a virtualização, já citada anteriormente, a Internet SCSI e o ILM (Information Lifecycle Management). Ao lado de tecnologias já consolidadas como o NAS (Network Attached Storage) – armazenamento conectado à rede.
As vantagens de seu uso incluem armazenamento compartilhado, habilidade de adotar diferentes protocolos de arquivos para diferentes ambientes e redução de custos administrativos, resultando em menor custo total de propriedade.
Já a SAN (Storage Area Network), rede de armazenamento, pode ser
utilizada para conectar múltiplos servidores e é indicada para organizações com necessidade de storage de larga escala e um arsenal complexo de dispositivos de armazenamento.
O ILM, gestão do ciclo de vida da informação, é um recurso que contribui
para o gerenciamento de storage de forma inteligente e é fundamental
para a demanda atual.
Entre os protocolos de comunicação figuram o FC (Fibre Channel) – uma das tecnologias mais comercializadas para transmitir dados entre |
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dispositivos de computador, adequada para conectar servidores de computadores a dispositivos de armazenamento compartilhado. E o iSCSI (Small Computer System Interface) – protocolo emergente que oferece I/O por Ethernet e redes IP e que tem as mesmas vantagens da SAN, mas usa protocolos de networking.
Esse protocolo é hoje apontado como a tecnologia que mais vai ajudar o desenvolvimento do mercado
de SAN. O FC/IP (Fibre Channel over IP) – junto com o iSCSI, é também uma das principais abordagens
da transmissão de dados de armazenamento via redes IP. Também fazem parte desse pacote de tecnologias emergentes as soluções de Disaster Recovery (Prevenção de desastres). Visto que o armazenamento ocupa papel fundamental na estratégia de recuperação dos negócios.
A minimização dos prejuízos provocados por um eventual desastre que se abata sobre os sistemas de
informação corporativos depende bastante das opções estratégicas e das soluções adotadas pela
organização na área de armazenamento.
As soluções centram-se cada vez mais na continuidade do negócio e na preservação dos sistemas.
A velocidade da recuperação de dados terá de ser entendida por toda a estratégia de TI da corporação
e como elemento central do próprio negócio. |
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| Fonte: http://www.nextg.com.br |
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